NOVA BANDEIRANTES MT

História: A colonização de Nova Bandeirantes deu-se a partir da década de 80 quando empresários paranaenses, liderados pelo Sr. Daniel Meneguel, da cidade de Bandeirantes,  resolveram colonizar a região através da empresa Colonizadora Bandeirantes Ltda., fazendo os levantamentos de reconhecimento e topográficos na região, construindo estradas e pontes para viabilizar o acesso.

Instalados os primeiros colonos esses divulgaram a notícia de terras férteis, próprias para a agricultura e para a pecuária e em pouco tempo centenas de famílias já se encontravam instaladas. A primeira colheita de café ocorreu em 1986, sendo considerado o melhor café de Mato Grosso. Hoje é um dos municípios que mais cresce no estado de Mato Grosso.

 O município foi criado pela Lei nº 5.903, de 20 de dezembro de 1991.

 

População: 11.442 habitantes.

Limites: Apiacás, Nova Monte Verde, Juara, Juruena e Cotriguaçu.

Distância de Cuiabá: 1.045 Km  Km.

Economia: Agricultura, pecuária e extrativismo vegetal.

 

Toda e qualquer movimentação bancária era feita em Alta Floresta, há 220 km de distância, numa estrada em péssimas condições, por malote, por ônibus ou alguma pessoa conhecida. Alguns cheques circulavam por até 90 dias, de mão em mão como troco ou como pagamento, até alguém depositá-lo.

O prefeito da época, Antônio Gonçalo Della Rosa, procurou o Banco do Brasil para que se instalasse em Nova Bandeirantes, pois a ausência de instituição financeira brecava o desenvolvimento da cidade. Com a manifestação contrária pelo Banco do Brasil, falou-se do Sicredi, a cooperativa de crédito que estava em plena expansão em nosso estado.

O poder público, prefeitura e vereadores, se mobilizaram para buscar a cooperativa, já que esta era a alternativa que estava ao alcance no momento. Foram a Juína procurar a diretoria, que os acolheu e não hesitaram em ajudar, e por várias vezes foram a Nova Bandeirantes para falar da cooperativa de crédito e do sistema cooperativista.

Como Nova Bandeirantes fora vítima de uma cooperativa de produção que só deixou prejuízo para quem dela participou, a Credialta, de Alta Floresta, houve bastante resistência por parte da população em aderir a cooperativa de crédito.

Mas com as reuniões realizadas pela diretoria da Univales, com facilidade os que eram contra mudaram de opinião e conseguiram também convencer outros de que era uma instituição de credibilidade e respeito e que nada tinha a ver com Credialta.

Formou-se uma comissão e cada pessoa ficou de arrumar 10 associados com R$250,00 de capital integralizado, o que não foi muito difícil. Os 15 primeiros foram: Antonio Goncalo Della Rosa, Pupo e Cia Ltda.-Me, Jose Maria Odizio, Romualdo Gudulunas Honorio, Paulo Aparecido Otenio, Adelson Felix da Silva, Silas da Silva, Jose Manoel Peralta de Souza, Claudemir Antonio Menin, Inez Gudulunas Honorio, Rosmar Karolhus de Castro, Airton Ronei Galatto, Marcelino Batista Nicchio, Maria Aparecida Dariva Menin, Aparecido Pedro Mendes.

A unidade de Nova Bandeirantes iniciou numa pequena sala, com apenas 3 colaboradores. A expansão foi imediata e hoje está num espaço confortável, com 13 ou 14 colaboradores, fazendo o melhor para a população que ali investe e acredita.

 

“O Sicredi ajudou alavancar o crescimento de Nova Bandeirantes, com a instalação da unidade, facilitou a vinda de muitos investidores”. - Antônio Gonçalo Della Rosa

 

“A cooperativa fala a língua do produtor, que vê mais de perto seus negócios e está presente no dia a dia principalmente dos pequenos”. – José dos Santos (Zé do Sal)